23 de dez. de 2010

Cap. 3 - A natureza humana

           Ser humano.

Todos somos seres. Animados ou inanimados, podemos nos considerar seres, pois existimos, somos.
     Humanos. O que podemos concluir acerca de um ser “humano”? Que raciocina, e seu raciocínio tem lógica, traz respostas aos problemas “humanos”. Afinal, somos considerados os únicos animais racionais.
         É assim que deve ser.
        Porém, dentre todos os animais, pertencemos a uma espécie que exclui os da mesma espécie.
 A menos que nos beneficie de alguma forma, senão, sem chance!
E o egoísmo reina no reino humano.
Enquanto os animais “comuns” unem-se para protegerem-se do frio, o ser “humano” tem a habilidade de aquecer-se e esquecer de quem está precisando.
Inclusive crianças, ou melhor, nossos filhotes, que nem tem culpa da situação na qual estão inseridos.
      E por falar nos filhotes, quando nas espécies de animais “comuns”, tendo os pais ausentes - seja por morte ou abandono -  outros adultos adotam e cuidam, inclusive de espécies diferentes da sua.
Já a nossa espécie “racional humana”, ao ter um filhote – que muitas vezes tem mãe, tem pai (de alguma forma há de ter), tem tios, avós, parentes, vizinhos – aguarda que a educação venha da escola.
E reclama que o futuro das gerações está perdido por falha no sistema educacional.
      Em quem essa próxima geração de nossa espécie vai se referenciar para trabalhar sua personalidade?

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