Pense em um alimento preferido.
A partir de amanhã, será obrigatório que você coma somente isso, pelo resto de sua vida. Que tal?
Será que enjoa? Certamente sim, pois tudo o que “vira lei” enjoa.
Tudo o que fazemos contra a nossa vontade enjoa. Irrita. Incomoda. Estressa. Traz ódio ao coração humano.
Porém, quando fazemos algo que agrada o nosso coração, é prazeroso.
Quando caminhamos porque “o Doutor mandou caminhar todos os dias”, só de pensar estressa.
Porém, quando caminhamos porque gostamos da brisa, de observar o percurso, ou simplesmente porque gostamos de caminhar, daí não é uma obrigação, mas sim um prazer.
Ora já sabendo que somos humanos, com todos os sentimentos humanos, bem como os instintos animais (afinal, somos natureza), contemplados com a racionalidade – o que nos permite pensar em busca de um bem individual e coletivo – precisamos compreender o quão importante é, para a nossa existência, interagir com a natureza.
Caminhar, pois nossos pés foram criados para isso.
Comer vegetais, frutas, alimentos saudáveis, pois essa é a nossa alimentação nata.
Comunicar, pois através da linguagem há facilidade de compreensão.
Fazer e receber carinho, porque é bom.
Ser gentil sempre, o que nos permite unir a comunicação e o carinho.
Fazer o que é do gosto.
Já parou para pensar quão bom é poder fazer o que gosta o dia todo e ainda receber um salário por isso?
Em sua profissão, faça o que gosta, e a conseqüência é um resultado excepcional.
Daí vem o sucesso e a satisfação pessoal.
O mais importante em sua vida é que você seja feliz.
É como um “auto-carinho”.
Você não deve demonstrar ser feliz para agradar a sociedade.
Ser feliz não é um estilo de vida, uma filosofia.

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