7 de jan. de 2015

"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." 1 Coríntios 2:9
"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." 
1 Coríntios 2:9

12 de jan. de 2013

"O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do SENHOR refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam." (2Sam. 22:31)
Viva os planos de Deus em sua vida, e será a sua melhor escolha

23 de dez. de 2010

Cap. 1 - Somos todos tão iguais e tão diferentes

            É interessante como é contraditório o ser humano!
            E acho isso bom. Prefiro que seja assim, pois aumentam as chances para todos: as chances de um bom emprego, as chances de ser bem relacionado socialmente, as chances de viver um grande amor. Afinal, tudo o que observamos é visto de forma diferente de acordo com o que desejamos ver (e também o que não desejamos).
            É comum notar casais em que um “sai perdendo”; a beleza é mais predominante em uma pessoa que na outra. Mas isso é através de nossos olhos. Outras pessoas podem avaliar exatamente o contrário. Somos tão diferentes!
Entretanto, temos tanto em comum.
            Medos, inseguranças, anseios, desejos, vontade de mudar. Todos gostam do que é belo (mesmo sabendo o quão relativo isso possa ser).
Gostamos de conforto, de carinho, de sensações agradáveis, sensações estas que chegam a nos tirar da rotina.
Podemos dizer que gostamos até da própria rotina.
Quando crianças, conseguimos controlar melhor nossas emoções quando inseridos em uma rotina em que, mesmo sem saber ver as horas, é previsível saber o que vai acontecer logo depois. Diariamente, com as mesmas atividades, nos mesmos horários, até ser condicionado, facilitando o aprendizado e a organização.
E até adultos, quando algo inesperado ocorre e altera nossa rotina, as emoções entram em um turbilhão, desencadeando em diversos tipos de ansiedade.
Somos quase cópias sentimentais uns dos outros. Ora, quem não deseja ganhar uma bolada de dinheiro, suficiente para realizar grande parte de nossos sonhos?
Uma coisa é certa: somos todos muito parecidos.
E somos ótimos!
E somos falhos.
Com tanto em comum, como pode haver tanta desigualdade, tanto sofrimento, tanta dor? Sendo tão parecidos, como acreditar ser isso aceitável?
Como combater isso? 

Cap. 2 - O individualismo e a coletividade

             O que é mais fácil? Ganhar um jogo sozinho ou em dupla?
       Conseguir um emprego - baseando-se em seus conhecimentos, talentos, bem como o seu interesse pessoal - ou precisar depender de alguém para alcançá-lo?
        É difícil viver em coletividade.
        O ser humano está cada dia mais individualista.
  Isso faz com que nos transforme em grandes egoístas.
  E é verdade sim. Qual foi a última vez que você ajudou alguém? Lembra-se?
 Aliás, qual foi a ultima vez que alguém pode contar com a sua ajuda, sem que você recebesse absolutamente nada em troca.
 E ainda assim você conseguiu sentir-se bem. Não recebeu nada. Nem reconhecimento, nada. Lembra-se?
 Cada pessoa corre atrás de seus interesses pessoais.
Vemos nos atuais reality shows que o maior desafio é vencer os conflitos resultantes das diferenças de personalidades, com a interação de diferenças na rotina de cada um.
         Pois é. Problemas há, em todos os lugares para onde olhamos.
   Pessoas necessitam sim. Até nós necessitamos. Existem pessoas que desejam urgentemente a nossa ajuda.
   E outras não desejam nossa ajuda. Dizem que “conselho, se fosse bom, não era dado, e sim vendido”.
   E quando recebemos a ajuda de alguém, e vem a velha frase: “quando a esmola é demais, o Santo desconfia”.
  Será que ainda é possível confiar em alguém?        

Cap. 3 - A natureza humana

           Ser humano.

Todos somos seres. Animados ou inanimados, podemos nos considerar seres, pois existimos, somos.
     Humanos. O que podemos concluir acerca de um ser “humano”? Que raciocina, e seu raciocínio tem lógica, traz respostas aos problemas “humanos”. Afinal, somos considerados os únicos animais racionais.
         É assim que deve ser.
        Porém, dentre todos os animais, pertencemos a uma espécie que exclui os da mesma espécie.
 A menos que nos beneficie de alguma forma, senão, sem chance!
E o egoísmo reina no reino humano.
Enquanto os animais “comuns” unem-se para protegerem-se do frio, o ser “humano” tem a habilidade de aquecer-se e esquecer de quem está precisando.
Inclusive crianças, ou melhor, nossos filhotes, que nem tem culpa da situação na qual estão inseridos.
      E por falar nos filhotes, quando nas espécies de animais “comuns”, tendo os pais ausentes - seja por morte ou abandono -  outros adultos adotam e cuidam, inclusive de espécies diferentes da sua.
Já a nossa espécie “racional humana”, ao ter um filhote – que muitas vezes tem mãe, tem pai (de alguma forma há de ter), tem tios, avós, parentes, vizinhos – aguarda que a educação venha da escola.
E reclama que o futuro das gerações está perdido por falha no sistema educacional.
      Em quem essa próxima geração de nossa espécie vai se referenciar para trabalhar sua personalidade?